Prosseguindo o ciclo dedicado ao Tempo, a Égide propõe um concerto que se centra num dos agrupamentos mais representativos do Classicismo — o quarteto de cordas. Com o declínio do absolutismo e a crescente afirmação da burguesia, os salões privados ganham protagonismo como espaços de fruição artística, proporcionando o florescimento de um vasto repertório para esta formação. Com o Quarteto Tágide, propomos aprofundar o Quarteto de Cordas no Classicismo e a sua importância na primeira escola de Viena, constituída por Haydn, Mozart e Beethoven. Apresentam-se três obras que, apesar da relativa proximidade cronológica, evidenciam a riqueza e evolução do género do Quarteto ao longo destes anos.