Agenda
A Égide – Associação Portuguesa das Artes em parceria com a curadora Carla Caramujo lança este ano, entre maio e dezembro, o ciclo Musica Animae. Este ciclo tem como fundamento estimular os músicos e a comunidade artística local a desenvolverem uma relação mais próxima com o público em geral, na cidade do Porto.
Prosseguindo o ciclo dedicado ao Tempo, a Égide propõe um concerto que se centra num dos agrupamentos mais representativos do Classicismo — o quarteto de cordas. Com o declínio do absolutismo e a crescente afirmação da burguesia, os salões privados ganham protagonismo como espaços de fruição artística, proporcionando o florescimento de um vasto repertório para esta formação. Com o Quarteto Tágide, propomos aprofundar o Quarteto de Cordas no Classicismo e a sua importância na primeira escola de Viena, constituída por Haydn, Mozart e Beethoven.
Quem disser que a barca pende… é um concerto construído em torno da imagem da barca enquanto lugar de encontro, travessia e comunidade. Através de textos de Camões, Gil Vicente e Bocage, o programa percorre diferentes épocas e linguagens musicais, unidas por uma mesma ideia: ninguém navega sozinho.
Entre paisagens sonoras que evocam a água, momentos de contemplação e episódios de forte intensidade dramática, o percurso desenha-se como uma reflexão sobre aquilo que nos une e sustenta. Porque, mesmo quando a barca parece pender, continua a avançar graças à força daqueles que nela seguem juntos.
Enraizada numa tradição transmitida oralmente ao longo de séculos, a música sefardita preserva a memória de uma cultura marcada pela diáspora iniciada com o decreto de expulsão de 1492, promulgado por Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão. Algumas destas canções remontam, contudo, a períodos anteriores a esse momento de ruptura, conservando traços do castelhano medieval e de um universo sonoro partilhado entre judeus, árabes e europeus na Península Ibérica.
Orientada por Rosário Costa Pinto, esta oficina parte da ideia de que qualquer pessoa pode começar a pintar, independentemente do seu percurso. Através da aguarela, um meio privilegiado para iniciar a prática da pintura, Rosário Costa Pinto irá orientar o grupo na criação a partir daquilo que a cidade de Lisboa oferece, nomeadamente as paisagens dos seus miradouros, como o Miradouro de São Pedro de Alcântara.
Esta terceira sessão convida-nos a viajar até à Áustria do século XVIII, redescobrindo centros fundamentais como Viena e Salzburgo, ao mesmo tempo que alargamos o olhar à vizinha Alemanha e ao contexto musical português. Através da escuta de obras representativas, procuraremos compreender de que forma os "três grandes” — Joseph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven — consolidaram formas musicais como a sinfonia e o quarteto de cordas.
Este concerto propõe um diálogo entre duas obras separadas por mais de um século, mas unidas por um mesmo impulso poético: a procura da luz interior através da errância, da memória e do reencontro.
Entre a contemporaneidade de Fernando Lapa e o lirismo pré-impressionista de Debussy, este programa convida o público a uma viagem emocional onde a alegria não é ponto de partida, mas destino.
Em 1952, Amália Rodrigues conquistou o público norte-americano ao cantar no clube noturno “La Vie en Rose” em Nova Iorque. O seu sucesso renovou-se em salas como o Hollywood Bowl, o Lincoln Center e o Carnegie Hall combinando fados tradicionais, fados-canção de Frederico Valério e canções tradicionais portuguesas. Este programa homenageia as pontes que construiu com a América afirmando a sua portugalidade universal.
Em 1952, Amália Rodrigues conquistou o público norte-americano ao cantar no clube noturno “La Vie en Rose” em Nova Iorque. O seu sucesso renovou-se em salas como o Hollywood Bowl, o Lincoln Center e o Carnegie Hall combinando fados tradicionais, fados-canção de Frederico Valério e canções tradicionais portuguesas. Este programa homenageia as pontes que construiu com a América afirmando a sua portugalidade universal.
Em 1952, Amália Rodrigues conquistou o público norte-americano ao cantar no clube noturno “La Vie en Rose” em Nova Iorque. O seu sucesso renovou-se em salas como o Hollywood Bowl, o Lincoln Center e o Carnegie Hall combinando fados tradicionais, fados-canção de Frederico Valério e canções tradicionais portuguesas. Este programa homenageia as pontes que construiu com a América afirmando a sua portugalidade universal.
"Fora de Horas" nasceu no contexto do ciclo Habitar o Tempo, como projeto que explora o tempo enquanto condição da experiência e da criação musical. O concerto propõe um encontro entre o universo do fado e repertórios vocais ibéricos dos séculos XVI e XVII, revelando afinidades expressivas centradas na palavra cantada, na intensidade afetiva e na dimensão narrativa.
Para celebrar os 270 anos do nascimento de Mozart, a ÉGIDE – Associação Portuguesa das Artes apresenta a Integral das Sonatas para Piano de Mozart, um ciclo inédito em Portugal composto por seis recitais interpretados por Artur Pizarro. Os concertos terão lugar no Convento de São Pedro de Alcântara, em Lisboa, nos dias 19 e 26 de setembro e 3, 10, 17 e 24 de outubro, sempre às 19h00.

