Parte-se da premissa de que o corpo humano tem em comum com a música o facto de ser um fenómeno físico, sendo, por isso, afectável e vibrátil. A partir desta premissa, auscultar-se-ão os modos como se ligam música e corpo: de como o corpo criador/intérprete provoca metamorfoses na matéria a que se tem chamado música; de como a música opera metamorfoses no corpo afectável.