18 DE ABRIL / 17:00
ENTRADA LIVRE
Partindo dos documentos autobiográficos de Luiza Andaluz, propomos a criação de uma peça para violoncelo barroco e voz intitulada 'Pode começar a obra' (expressão que o bispo utilizou ao autorizar o início da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima).
Explora-se a ideia de começo e de anunciação, convocando a figura do Anjo, que percorre as Sonatas do Rosário de Ignaz Franz von Biber.
Anunciador de uma obra a começar, o Anjo (tema musical, teológico e figura privilegiada do tempo) ajudará a tecer a vida e os pensamentos de Luiza Andaluz, projectando-os no presente e abrindo um futuro que cabe a cada um, agora, começar.
PROGRAMA
Pode começar a obra
criação conjunta original de João Maria Carvalho e Pedro Massarrão a partir de:
Cantico delle Creature
São Francisco de Assis
Suite nº2 em Ré menor, BWV 1008
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Sonatas do Rosário - Passacaglia “Anjo da Guarda”, transcrição em Dó menor
Ignaz Franz von Biber (1644-1704)
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João Maria Carvalho, voz
Nasceu na fronteira, em Elvas. Estudou Música, Literatura e Filosofia na Escola Superior de Música de Lisboa e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Atualmente, desenvolve um projeto de Doutoramento em Artes Performativas e Teologia, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e no Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião da Universidade Católica Portuguesa, beneficiando de uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Tem mantido um ofício musical contínuo, mas discreto. Colabora frequentemente com o UMColetivo. Dedica-se à composição de música litúrgica, paralitúrgica e não-litúrgica. Está a preparar o seu primeiro disco.
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Pedro Massarrão, violoncelo
Iniciou os estudos de violoncelo no Conservatório Nacional com Teresa Portugal, mais tarde, com Luís Sá Pessoa. Licenciou-se na Escola Superior de Música de Lisboa com Paulo Gaio Lima e concluiu o mestrado na Codarts (Roterdão) com Jeroen den Herder. É bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e integrou o Trio Adamastor, distinguido no Prémio Jovens Músicos. Atua entre a interpretação historicamente informada e a improvisação livre, tendo colaborado com músicos como Alexander Rudin e Fábio Biondi. É fundador dos ensembles Altos do Bairro, Bairro Contínuo e Concerto 1755, apresentando-se em salas e festivais nacionais e internacionais.
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